domingo, 16 de maio de 2010

Dia 64: um Sábado de descanso

Este Sábado foi para muitos o dia de regresso a casa, pelo que o dia fica inevitavelmente marcado pelas despedidas. Despedidas... queremos acreditar que não serão efectivamente despedidas mas apenas e só interrupções de algumas semanas!

Para os que ficaram ainda mais uns dias, este Sábado serviu para ver o que ainda não se tinha visto, ou para fazer compras de última hora. Eu decidi-me por Monterey, uma cidade junto ao Pacífico, conhecida pela sua história ligada à indústria pesqueira e de conservas, que inspirou John Steinbeck em algumas das suas obras.


O meu destino era apenas um: o aquário da baía, onde se podem ver várias espécies de animais ligados de alguma forma à vidamarinha, um pouco à semelhança do que acontece com o Oceanário de Lisboa. Depois de andar às voltas para estacionar, lá encontrei um parque pago. Pela primeira vez no enorme parque de estacionamento que é este país, já que ninguém anda a pé e toda a gente vai de carro a todo o lado nem que sejam apenas algumas dezenas de metros, tive dificuldade em arranjar um sítio para deixar o carro...

Pelo caminho não pude deixar de reparar numa loja que me chamou à atenção não pelo conteúdo mas pelo nome.


Mais uns metros de rua e cheguei finalmente ao destino.


Ao chegar lá vi que a viagem a Monterey iria transfigurar-se repentinamente e mudar de rumo com muita facilidade, em particular quando me pediram 29.95 USD apenas para entrar... O que era suposto ser uma visita ao aquário transformou-se então numa visita à cidade.

Fiquei a saber que há muitos anos atrás, muitos portugueses vieram para aqui para se dedicarem às actividades pesqueiras, pelo que não é estranho entrar numa loja e ver esta combinação.


Mais umas voltas pela cidade e a oportunidade de tirar mais umas fotos que quase podiam parecer quadros.


Devo dizer que invejo a coragem desta gente que aqui aparece dentro de água... é que a dita devia estar a cerca de 12 ou 13 graus Celsius...


Ao final da tarde, o retorno ao hotel para começar a tentar meter a tralha duma vida pronta para voltar para casa... nem com duas malas a coisa está fácil...

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