Acordar às 4.00 da manhã do dia 17, sair do hotel às 5.30, chegar ao aeroporto às 6.15, depois de ter pago demasiado pelo táxi (àquela hora da manhã um tipo que acabou de se levantar não consegue regatear em condições), passar pela aventura de uma reserva que não existia no sistema, vencer o escrutínio de segurança e finalmente entrar no avião e sair do aeroporto por volta das 9.00 da manhã locais.
Uma viagem de cerca de 5 horas, sem dormir, e aterrar do outro lado do país por volta das 17.00 horas locais. Comer qualquer coisa num dos restaurantes do aeroporto, esperar mais umas horas, voltar a entrar num avião, lugar do meio, com uma pessoa que deveria ter pago dois bilhetes num dos lados. Impossível dormir. Chegada a Lisboa às 8.20 da manhã do dia 18.
O sono e cansaço começam a pesar. É preciso aguentar sem dormir até à noite, para vencer o jet lag no seu próprio jogo. O homem à frente desta aventura quer continuar. Já seguiu o comunicado para quem de direito, para os participantes já há reuniões semanais para discutir a evolução dos projectos. Há demonstrações com clientes já esta semana e na próxima, é preciso manter os protótipos vivos. Acordámos o que parecia ser um mosquito, mas que na realidade era apenas a ponta de um cabelo do monstro. E o monstro está com fome!



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